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"Mundão do Arruda" lotado é sinônimo de festa e paixão, não mais de vitória

"Mundão do Arruda" lotado é sinônimo de festa e paixão, não mais de vitória

Redação ABC

Paixão… No dicionário é aquilo que tem grande predileção por algo, movimento desordenado do ânimo, amor ardente… Para a torcida do Santa Cruz é muito, MUITO mais que isso.

Já são dois anos na quarta divisão, campanhas vergonhosas no Campeonato Pernambucano e, atualmente, disputando a Copa Pernambuco. Isso não foi suficiente para apagar a “paixão” que a torcida Coral sente por seu time.

O portal Futebol Baiano (http://www.futebolbaiano.net/) divulgou uma matéria com as médias de público dos times do Nordeste entre 2006 e 2009. O Bahia, antigo detentor do título, caiu drasticamente e ocupa a terceira posição com um público de 20.044 por ano.

Destaque para os pernambucanos! O Sport vive, ou vivia, uma fase de ouro na história do clube. Tetracampeão estadual, vencedor da Copa do Brasil 2008, e uma boa campanha na Libertadores da América desse ano, o Leão da Ilha do Retiro está em segundo lugar, com uma média de 20.820 torcedores.

Porém, na pior fase da história do clube, a torcida do Santa Cruz decidiu mostrar que é a “mais apaixonada” do Nordeste. O “Mundão do Arruda” obteve uma média de público de 24.061 por ano. Destaque para 2009, o Tricolor teve uma média de 38.426 apaixonados. O Náutico aparece em sexto lugar, com 12.850 torcedores por jogo.

Médias de público no Nordeste (2006-2009):

Santa Cruz: 24.061

Sport: 20.820

Bahia: 20.044

Vitória: 15.749

Ceará: 14.919

Náutico: 12.850

Fortaleza: 10.187

América-RN: 7.920

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De virada, Vitória vence no Barradão e continua sonhando com a Libertadores. Já o Náutico continua no pesadelo do Z-4

Redação ABC

Foto: Tribuna da Bahia

Foto: Tribuna da Bahia

O Náutico perdeu, ontem (18), uma ótima oportunidade de sair da zona do rebaixamento e, consequentemente, aliviar ainda mais a torcida quanto à permanência na série A. O Timbu foi derrotado por 3 x1, ou seja, três heróis e um vilão.

O jogo começou corrido. O Náutico vinha segurando bem as investidas da equipe do Vitória. Os erros de passes – que eram de ambos – prejudicaram a qualidade da partida e, mesmo assim, propiciaram lances de perigo. Entre chutes e cabeçadas, a primeira oportunidade clara de gol foi do rubro-negro. O lateral Nino Paraíba entrou – há controvérsias –na área e foi derrubado por Michel. Na cobrança o atacante Roger chutou mal e Gledson defendeu. Mas o Náutico não deixou por menos – clássico é clássico! – e também perdeu uma grande chance. Irênio – que deixou o bom futebol nos Aflitos – enfiou uma ótima bola para Carlinhos Bala. O atacante de cara para o gol chutou mal e não tirou o zero do placar.

No segundo tempo, o Náutico entrou mais vivo no jogo. Tanto é que no primeiro minuto, a dupla “Pão de Queijo” entrou em ação. Irênio – ainda insosso no jogo – cruzou uma bola rasteira para Bruno Mineiro. O artilheiro não perdoou e, em dois lances, fez o primeiro gol da partida e o quinto dele no campeonato.

Com o placar adverso, Vagner Mancini – primeiro personagem do drama alvirrubro – chama dois outros atores para entrar em campo: o coadjuvante Neto Berola e o herói rubro-negro Leandrão. Os atacantes deixaram o Leão mais ofensivo.Contudo, o quarto personagem entra em cena. Vágner, pela quarta vez, segunda, prejudicando diretamente no placar – quem não se lembra do episódio do calção no jogo do Flamengo? – Faz falta infantil no meio de campo e é expulso.

Mesmo com a alterção de Geninho – o zagueiro Márcio no lugar do lateral Patrick – o Náutico não conseguiu segurar a equipe de Mancini por muito tempo. E logo após a expulsão, em um cruzamento de Nino Paraíba, Leandrão empata a partida de cabeça.

Os outros dois gols também tiveram o dedo de Mancini. O segundo, veio de uma bola armada por Neto Berola para o “mocinho” Jackson, que entrou no segundo tempo. O veterano deixou Leandrão de cara e o atacante com um toquinho mandou para a rede. E como retribuição, o artilheiro do jogo mandou a bola para Jackson. O meia escolheu o canto e deu números finais a partida.

Agora, só resta ao Timbu esperar o próximo fim de semana, quando recebe o Barueri em casa. O que fica de esperança para a torcida foi o bom futebol que a equipe apresentou. Mesmo sendo derrotado, o alvirrubro jogou bem. E, outra… Vágner não joga.

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Ambas equipes precisão vencer. As condições no campeonato é que são diferentes.

Redação ABC

Motivação é o que não falta para o jogo de hoje entre Vitória e Náutico, no Barradão, em Salvador (BA), às 17h30 (horário de Recife). Além de ser um clássico nordestino, declarações de Carlinhos Bala – ainda não provadas – deram um tempero a mais à partida. Sabendo disso a diretoria baiana disponibilizou, cerca de, 35 mil ingressos – capacidade total do estádio – para o confronto. Duas linhas de ônibus também foram organizadas, especialmente, para a “guerra” de logo mais.

A equipe alvirrubra entra com quase a mesma equipe do confronto contra o Palmeiras. Aílton contundido não joga. Rudnei, que atuou o segundo tempo do jogo passado, deve compor o meio de campo. O resto do time é o mesmo. Com a entrada do volante, o técnico Geninho tem uma equipe mais reforçada na marcação. Contudo, o treinador não deve deixar de atacar. A vitória contra o Palestra provou que time vencedor joga para frente. Além disso, o comandante Timbu, espera a repetição da boa apresentação da dupla “Pão de Queijo” alvirrubra: Bruno Mineiro e Irênio.

O Vitória vem para o jogo com a marca de não ter vencido as últimas três partidas. Alguns desfalques também preocupam o rubro-negro da “Boa Terra” – e desfalques de peso por sinal. O meia ofensivo Leandro Dominguez, com dores musculares, e o lateral-direito Apodi, que recebeu o terceiro cartão amarelo, vão ficar de fora do confronto. Na vaga dos jogadores entram o meia William e o lateral Nino Paraíba, respectivamente.

Mesmo com boas atuações, o goleiro Gléguer (ex-Timbu) sai para a entrada de Viáfra, unanimidade na posição. O velho conhecido centro-avante Roger – dúvida por conta de contusão – está confirmado no rubro-negro. Ele fará dupla com o atacante Gláucio que roubou a posição do também atacante Neto Berola. O jogador, ultimamente vaiado em partidas no Barradão, será poupado pelo comandante Vágner Mancini, e estará no banco.

Escalações           

Vitória: Viáfra; Nino Paraíba, Wallace, Fábio Ferreira e Leandrinho; Vanderson, Uélliton, Willian e Ramon; Gláucio e Roger.

Náutico: Glédson; Vágner, Cláudio Luiz e Asprilla; Patrick, Derley, Rudnei, Irênio e Michel; Carlinhos Bala e Bruno Mineiro.

Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO); Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Marco Antonio de Melo Moreira (dupla de GO)

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O Timbu parece ter gostado do placar de 3×0. No entanto foi a vez dos reservas retribuírem o chocolate.

Redação ABC

foto: Jornal do Commercio

foto: Jornal do Commercio

3×0. Esse foi o placar que a equipe reserva aplicou nos titulares ontem, em um coletivo, o único da semana, no Centro de Treinamentos Wilson Campos. Com dois gols de Tuta e um gol do argentino, Mariano Torres, a movimentação serviu para esquentar ainda mais a cabeça do técnico Geninho. O treinador paralisou o treino várias vezes e tentou corrigir o posicionamento do ataque e, principalmente, da defesa. Alvo de muitas críticas do comandante.

A equipe que iniciou o coletivo foi a mesma que entrou em campo no segundo tempo contra o Palmeiras. O time repetiu o 3-5-2 e treinou com Glédson; Vágner, Cláudio Luiz e Asprilla; Patrick, Derley, Rudnei, Irênio e Michel; Bala e Bruno Mineiro. A principal dúvida para o jogo é a entrada de Rudnei. Além de não ter jogado bem no coletivo, o jogador saiu de campo reclamando de dores musculares.

Quem faz companhia a Rudnei no Departamento Médico é o também meio-campista Aílton. O jogador voltou a sentir o dedão do pé direito e não deve jogar na partida deste domingo (19) em Salvador (BA), contra o Vitória. Caso nenhum dos dois atletas jogue, o volante Nílson deve preencher a vaga no meio. Mesmo assim o Geninho afirmou que, em boas condições, o titular é Aílton.

Outro fato que deixa o comandante Timbu preocupado é a nova mudança que a equipe terá de sofrer na escalação para o próximo jogo. No começo da semana Geninho estava esperançoso com a possibilidade de repetir a mesma formação da partida contra o Palestra. No entanto, com a contusão de Aílton esse panorama muda e a formação terá de mudar novamente.

O técnico alvirrubro, por enquanto, tem de se preocupar é em repetir o mesmo futebol apresentado no jogo passado e vencer a partida. Caso contrário, o Timbu vê as chances de fugir do Z-4 diminuírem cada vez mais.

Outras Mudanças

Além de Nílson na vaga de Rudnei, outras caras podem pintar no jogo de amanhã. Geninho testou dois jogadores que provavelmente devem entrar na partida. Os meias Juliano e Mariano Torres substituíram o lateral Patrick e o meia Irênio, respectivamente, na segunda parte do coletivo. O Hermano, por exemplo, tem entrado bem nos jogos e vai se tornando um reserva de luxo para a equipe.

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Redação ABC

… Gramado! Não falamos do Arruda, mas sim dos três adversários do Santa Cruz que não possuem campos adequados para praticar um bom futebol. Essa é uma das maiores preocupações do treinador Coral, Dado Cavalcanti, para essa segunda fase da Copa Pernambuco 2009.

Na primeira fase da competição, o Santa Cruz perdeu um jogo, empatou outro, e venceu em apenas uma oportunidade. Já nos seus domínios a torcida tricolor pode presenciar um aproveitamento de 100%.

Vale lembrar que o José do Rego Maciel passou por reformas para receber a Seleção Brasileira. Logo, não se pode afirmar que os jogadores estão prontos para “vestir a amarelinha”, bem longe disso, mas o campo do Arrudão sim, esse é um tapete!

Jogos do Santa Cruz na segunda fase:

Data   /  Hora   / Jogos de Ida

17/10 – 20:00 – Vitória x Santa Cruz (Carneirão)

17/10 – 20:00 – Carpinense x Timbaúba (Paulo Petribú)

25/10 – 15:15 – Santa Cruz x Carpinense (Arruda)

25/10 – 15:15 – Timbaúba x Vitória (Ferreira Lima)

31/10 – 15:15 – Timbaúba x Santa Cruz (Ferreira Lima)

31/10 – 15:15 – Carpinense x Vitória (Paulo Petribú)

Data  /  Hora   / Jogos de Volta

07/11 – 15:15 – Vitória x Carpinense (Carneirão)

07/11 – 20:00 – Santa Cruz x Timbaúba (Arruda)

11/11 – 20:00 – Vitória x Timbaúba (Carneirão)

11/11 – 20:00 – Carpinense x Santa Cruz (Paulo Petribú)

15/11 – 15:15 – Timbaúba x Carpinense (Ferreira Lima)

15/11 – 15:15 – Santa Cruz x Vitória (Arruda)

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O Náutico espera ver em sequências o abre-alas para fugir do rebaixamento.

Redação ABC

Se existisse no futebol brasileiro uma estante mágica, com certeza o atributo “sequências” seria campeão de popularidade. Para se dar bem em qualquer campeonato, essa palavrinha teima em aparecer. Normalmente poucos clubes conseguem desfrutar dos poderes positivos que ela possui – e por coincidência ou não, as melhores colocações sempre são reservadas a eles. Inclusive a dos campeões.

Há sequências para tudo: de placares iguais a até gols nos últimos minutos. A danada está em todas e faz mesmo a diferença. A sequência da vez é a de vitórias. Ela vem sendo procurada por todos os clubes que disputam o campeonato este ano – principalmente quem está na zona de perigo. Por isso, com o Náutico não é diferente.

Desde que voltou para a primeira divisão, ela sempre foi fundamental para a permanência do Timbu na elite do futebol brasileiro. Até o torcedor mais desligado, com certeza, lembra de 2007 com nostalgia. Foi exatamente o ano quando Acosta, Geraldo e companhia limitada conseguiram uma sequência de bons resultados que livraram a equipe da Série B.

Agora, também não é fácil conseguir tal regalia. Em 2009 o Avaí despontou como o clube com maior número de jogos sem perder. Mas o namoro acabou e o clube catarinense se despediu da amada. No entanto, a relação deu frutos. Hoje a equipe já pode se considerar tranquila quanto ao rebaixamento.

É pensando nisso que o técnico Geninho sempre ressaltou outro tipo sequência: a de repetir a escalação. Desde que chegou aos Aflitos, ele não consegue esse feito. E no próximo jogo do Náutico, que será domingo (18) em Salvador (BA), contra o Vitória, o treinador poderá ter a primeira oportunidade de realizar o desejo – ele depende ainda da liberação do zagueiro Vágner, que sofreu uma entorse no joelho e no tornozelo da perna direita.

Quem sabe com a donzela da repetição nos braços ele não consiga conquistar o coração da outra, por enquanto, abandonada? É esperar para ver.

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Redação ABC

Gaucho  fez quatro gols“Gaúshow”, assim é chamado o novo xodó da torcida Coral. Com isso, a provável ausência do atacante Gaúcho (37), do início da segunda fase da Copa Pernambuco, se tornou uma preocupação para todos no Santa Cruz. Principalmente para o treinador Dado Cavalcanti, que sem o artilheiro da equipe na competição com 10 gols, terá que promover precocemente a estreia de um recém-contrato do clube, o jovem atacante Joélson.

Gaúcho será submetido nesta terça-feira (13), a um exame de ressonância magnética, para saber o nível da lesão. A previsão do departamento médico do Santa Cruz é que o atacante fique de  fora da estreia na segunda fase da Copa Pernambuco, que ocorrerá, ainda sem adversário definido, no próximo final de semana. “Gaúshow” saiu sentindo dores no músculo adutor da coxa esquerda na derrota por 3×2 do Santa para a equipe da Cabense, no último sábado, no Gileno de Carli, na cidade do Cabo de Santo Agostinho.

O Santa Cruz está no grupo F, junto com Carpinense, Timbaúba e Vitória. A tabela da segunda fase será divulgada pela Federação Pernambucana de Futebol (FPF), nesta terça-feira.

Caras novas

Joélson foi contratado junto ao Porto, agora o Santa Cruz possui 50% dos direitos federativos do atleta. O jovem atacante de 21 anos chegou à equipe Coral no último dia 8, junto com o meia-atacante Guego (23) e o lateral-direito Baiano (21), ambos a disposição do treinador Dado Cavalcanti para próxima partida.

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